• Chico Buarque na FLIP
    Chico Buarque na FLIP

    Muita gente já ouviu falar da FLIP e gostaria de participar, assistir, acompanhar, mas não sabe bem como funciona.

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  • Filmamos a descida da serra no dia 11/04/16, para mostrar como está a estrada.

    A estrada Paraty-Cunha já está em boas condições, faltando apenas poucos detalhes para ser inaugurada. (mais…)

  • Filmamos a subida da serra no dia 16/02, para mostrar como está a estrada.

    Falta muito pouco para acabar a obra da estrada Paraty-Cunha. (mais…)

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    No dia 11/09/2015 filmamos a subida do trecho de serra, para mostrar a situação da estrada, que está em obras.

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  • Lua cheia em Paraty - Foto: Ricardo Gaspar
    Lua cheia em Paraty – Foto: Ricardo Gaspar

    Nos dias de lua cheia ou lua nova as marés costumam invadir a cidade de Paraty, lavando as ruas com suas águas.

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  • Alex Atala cozinha em Paraty. Para suas receitas, Alex saiu em caminhada pela Mata Atlântica em busca de ingredientes nativos.
    Alex Atala e Jorge Ferreira em Paraty – Folia Gastronômica 2014

    Texto e imagens: Ricardo Gaspar

    Na Folia Gastronômica 2014, em Paraty, estiveram presentes vários renomados chefs de cozinha e profissionais da área da gastronomia. A programação foi variada, com aulas, degustações, shows musicais, exposições, humor e encerrada com uma farofada na frente da Igreja da Matriz. (mais…)

  • A estrada que liga Paraty/RJ a Cunha/SP está em obras.

    O trecho de serra, de aproximadamente 10 Km, não é asfaltado. Apesar disto, muitos aparelhos de GPS indicam este caminho para quem quer chegar a Paraty, vindo de São Paulo ou de Minas Gerais. Até mesmo o aplicativo WAZE, que é a cada dia mais utilizado, indica este caminho. Isto é muito preocupante, pois a situação atual da estrada ainda é muito ruim.

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  • Autor: José Alaercio Zamuner enviada para o portal Paraty.com.br

    Aconteceu no Bamburral. Época da Copa do Mundo, muita confusão, gente estranha vindo pra região, hotéis, Oscar Inn Eco Resort lotados de estrangeiros de toda qualidade,  helicópteros rasgando o céu, barulhão danado; até infernal… Pane!

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    Site Paraty.com.br - 18 anos
    Site Paraty.com.br – 18 anos

    Tudo começou no dia 18 de fevereiro de 1996. A internet aberta ainda iniciava suas atividades no Brasil. Era carnaval e a cidade sofria muito com as chuvas. As estradas ficaram bloqueadas por quedas de barreiras e os turistas tinham dificuldade em obter informações de como chegar à cidade.

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  • Para você que está programando sua ida para Paraty e quer saber como é a descida da serra de Ubatuba, postamos um vídeo em um dia tranquilo e sem movimento.
    Repare que as curvas são muito acentuadas, mas o asfalto é bom e bem sinalizado.
    Para descer, deixe o carro engatado em uma marcha reduzida e evite ficar pisando o tempo todo no freio, pois isto pode causar um aquecimento excessivo no sistema.
    Se você sentir que o freio está baixando, pare em uma das áreas de acostamento e deixe o freio esfriar antes de prosseguir a viagem.
    Vá com cautela e boa viagem!

     

  • Imagem de trecho de terra da Serra que liga Paraty a Cunha, tirada no ano de 2000, quando a estrada, apesar de estreita, ainda apresentava condições de tráfego
  • Você está de saída para Paraty e está confiante com relação ao caminho, pois possui um aparelho de GPS?

    Então preste bastante atenção a este aviso: Escolha o melhor caminho para Paraty antes de iniciar a viagem!

    Não confie no aparelho de GPS. Alguns destes aparelhos estão orientando os motoristas a seguirem pela rodovia que liga Guaratinguetá a Paraty, porém esta estrada encontra-se em estado muito precário, intransitável para automóveis comuns no trecho de serra, também conhecido como Paraty-Cunha.

    Placa que indica início do trecho intransitável da serra de Paraty-Cunha, de terra,
    Placa indicativa de trecho intransitável – Originalmente publicada em www.diariodovale.uol.com.br

    Este trecho, de cerca de 10 km, ainda não foi asfaltado e foi duramente atingido por uma tromba d’água ocorrida no início de 2010. Várias encostas desmoronaram e grandes pedras ficaram no leito da estrada tornando a viagem muito perigosa – Especialmente no período noturno ou sob neblina. Recebi relatos de viajantes incautos que inadvertidamente foram levados a este caminho e demoraram até 5 horas para percorrer este trecho de 10km!

    Além disto, não há um aviso adequado alertando os motoristas sobre o perigo à frente!

    Se você possui Jeep ou veículo 4×4 e muito espírito de aventura pode até optar por este caminho, (mais…)