• O site www.paratystore.com.br , recém inaugurado tem como proposta a venda de produtos que só são encontrados em Paraty. Já temos livros, CDs, artesanato, peças de arte e, como não poderia faltar, a tradicional cachaça de Paraty.

    Queremos levar a todoo  Brasil, belo artesanato local. Mas, para poder viabilizar este processo, estamso colocando um prazo longo de entrega (15 dias). Se pudermos entregar antes é lógico que o faremos. Mas, este prazo visa garantir que o artesão terá capacidade de produzir a sua peça e entregar. Lembramos que em muitos casos, a colheita da matéria-prima ou até mesmo a entrega do produto, depende de condições climáticas.

    Contamos com sua compreensão e cumplicidade para que a venda respeite as condições de produção locais.

    Compre, presenteie, relembre Paraty!

  • De 09 a 12 de outubro, Paraty terá a exibição de vários filmes (estréias, cult, clássicos).

    O ingresso é um 1 kg de alimento não perecível.

    Vale lembrar que Paraty é uma das cidades mais utilizadas como cenário em filmes, novelas, minisséries, cliops, propagandas.

    Veja a programação: http://www.paraty.com.br/noticiasparaty.asp?id=1894

  • Há 13 anos em Paraty acontece o evento Yma Guaré – Mitos e Lendas indígenas.

    Através da arte a Associação Nhandeva relembra que em 12 de outubro, data do descobrimento das Américas, a vida dos índios começou a mudar drasticamente.

    Nos dias 08 a 10 de outubro acontecem exposições, shows, workshops, etc,.

    No dia 09, sábado, às 22hs Paraty recebe o grupo Tarancón, que apresenta o show Invenção sonora de um Brasil latino-americano.

    Siab mais: http://www.paraty.com.br/noticiasparaty.asp?id=1896

  • É difícil imaginar um lugar melhor do que a cidade histórica de Paraty para poder relaxar, se cuidar, dar um tempo para si mesmo.

    Pois é… aproveite então o Paraty Spa Days, que começa hoje e vai até o dia 26/09 para curtir tudo o que os SPAS, pousadas e restaurantes  de Paraty tem a lhe oferecer.

    Saiba mais: http://www.paraty.com.br/noticiasparaty.asp?id=1857 

  • O Paraty em Foco encerra sua intensa série de atividades, mas com certeza não se encerram nas mentes dos participantes as reflexões propostas nesses 5 dias de evento.
    Foram 15 encontros e entrevistas, mais de 25 workshops e 12 exposições espalhadas por todo o centro histórico. Cinco dias para muita conversa, trocas de idéias e claro muita caminhada pelas charmosas ruas da cidade com câmeras na mão, observando, pensando, tentando encontrar a perspectiva certa, um ângulo inusitado, uma história, enfim, que pudesse ser contada em uma imagem.

    Já nas últimas horas do evento, enquanto caminhava pela rua da praia, vi uma moça fotografando sua família com uma simples câmera digital, dessas pequenininhas, sem se preocupar com ângulos, composição e enquadramento, e logo após fazer a foto ela disse: “Essa foto ficou muuuuuito legal !!!”
    E num mundo em que o que é bom ou não é uma questão bastante relativa, tenho certeza que a foto dessa moça ficou realmente bacana.

    Uma coisa que ficou clara nesse Paraty em Foco foi que você não precisa ter equipamentos sofisticados e repletos de tecnologia para captar uma cena que você julgou digna de um clique. Muito mais do que o equipamento, a fotografia se faz com a sua sensibilidade e repertório.

    Saiba mais sobre como foi o evento: http://www.paraty.com.br/noticiasparatyemfoco.asp

  • O 4° dia do Paraty em Foco continuou a série de encontros e entrevistas com fotógrafos renomados e profissionais relacionados com essa arte. Um dos encontros mais concorridos desse sábado foi o intitulado ‘Consequências’ que trouxe dois representantes da agência fotográfica holandesa NOOR, conhecida por assumir uma postura política em seus trabalhos, que mostram as preocupações de seus integrantes com o respeito e a dignidade humana.

    Também foi dia de Leilão de fotografias. Leilão que visa incentivar o colecionismo fotográfico e que contou com trabalhos de nomes já consagrados e também prestigiou o novo, leiloando também fotografias de jovens promessas.

    E nesse 4° dia também se viu muita gente nas ruas, apontando seus olhares e câmeras para os mais diversos pontos de Paraty. Veja as imagens do dia.

  • O que é fotografia e o que é fotografar? Um entre os diversos questionamentos feitos por Claudio Feijó, no workshop ‘Descondicionamento do Olhar’, que este fotógrafo que aqui escreve teve oportunidade de participar e no qual foram propostas diversas atividades lúdicas com o objetivo de desenvolver o olhar do aluno (eterno talvez), ampliando o seu repertório e exercitando as diferentes formas de “olhar, ver e enxergar”.
    Uma das atividades consistia em ter os olhos vendados enquanto era levado por outro participante para um passeio pelas dependências da pousada Villas de Paraty, onde foi realizado este que é um dos workshops mais procurados do Brasil.

    Destaque também para a o encontro ‘Paisagens Imaginadas’ do fotógrafo mexicano Alfredo de Stefano que falou um pouco de seu trabalho onde realiza magníficas intervenções nos desertos do mundo, criando fotografias únicas, ao mesclar a imagem tradicional com as que ele imagina e constrói. A entrevista foi conduzida pela crítica de arte Claudia Buzetti.

    E como não podia ser diferente, nesse terceiro dia de Paraty em Foco, muitos fotógrafos saíram às ruas em busca de boas fotos, convidados pelo sol que desde as primeiras horas do dia já brilhava sobre a histórica Paraty.

    Veja fotos em: http://www.paraty.com.br/noticiaspef.asp?id=1877

  • O Paraty em Foco já está em sua 6a. edição. No ano Internacional da Biodiversidade, o evento aborda, sob a bandeira ‘Inventários da Terra’, questões objetivas e subjetivas, que dizem respeito ao que fazemos, fizemos e faremos com o nosso planeta. O evento que acontece de 15 a 19 de setembro conta com: 22 Workshops, 15 Encontros / Entrevistas, 11 Exposições, Espaço Multimídia, Extra e Leilão.

    Tudo acontece nos seguintes espaços: Casa da Cultura, Tenda da Matriz, Cinema e vários locais na cidade que abrigam os workshops e exposições .

    Acompanhe  todas as notícias em: http://www.paraty.com.br/noticiasparatyemfoco.asp

  • A vencedora da Promoção Ganhe um Final de Semana Grátis em Paraty foi a Cristina Da Silva Alves do Rio de Janeiro. Parabéns!

  • O município de Paraty comemora 350 anos do Caminho do Ouro com palestras e exposição de peças confeccionadas em ouro e prata de jóias e bijuterias. O evento será realizado de 16 a 21 de agosto, na Casa da Cultura, Centro Histórico da cidade.

    Ligando Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, o Caminho do Ouro é a estrada construída pelos escravos, entre os séculos XVII e XIX, a partir de trilhas dos índios guaianazes, que serviu de escoadouro da produção de ouro que saia do Brasil para Portugal por Paraty, uma das mais importantes cidades portuárias do século XVIII. A estrada real possui papel de destaque na esfera cultural do país.

    Eventos do dia 21/08 , Dia do Caminho do Ouro:

    – Inauguração do Parque Temático Mini Estrada Real, ás 10hs, na Paraty-Cunha
    – Palestras na Casa da Cultura, das 17 às 20 hs.

    Saiba Mais: http://www.paraty.com.br/noticiasparaty.asp?id=1847

  • O tradicional Festival da Pinga, que agora se chama Festival da Cachaça, Cultura e Sabores de Paraty acontece  de 19 a 22 de agosto com vários shows gratuitos:

    – Alceu Valença e Banda
    – Silvério Pontes e Zé da Velha
    – Projeto Viva Viola, de Minas Gerais

    E muitas outras atrações.

    Confira a programação completa: http://www.paraty.com.br/feriados/festivaldapinga/index.asp

  • Quatro dias no paraíso. Não, não é o nome do último e mais badalado filme, nem título de romance água com açúcar. Quatro dias no paraíso é estar em Paraty, para a FLIP, Festa Internacional do Livro. O título “Festa” é elegante, digno e irrepreensível. A Festa é festa de fato. Pedaço do Éden. Parcela de enlevo. Gente culta, inteligente, disciplinada e ecologicamente moderna, do Brasil e do mundo, concentrada sobre delimitado e instável calçamento de 400 anos. Não há papel sujo sobre o chão, nem papel impresso no lixo. Lixo é lixo e gente é racional. Frenesi formiguejando cultura.

    O caminho das pedras é o melhor caminho. É preciso explicar. Ali as ruas são cobertas de pedras não polidas ou desbastadas. Tais pedras são portuguesas. Ruas e ruas feitas de lastro. Bem como o caminho que levava ao ouro das Minas Gerais. Lastro é toda carga que dá equilíbrio a um navio, era fardo que, colocado no fundo porão das galeras portuguesas, evitava que o navio afundasse por estar vazio. Lastro é estabilidade. Tudo a ver com o financeiro… Os antigos navios à vela deixavam-nos pesadas e grandes rochas e levavam-nos, também pesadamente, o ouro. Navios chegando em lastro: pétreos. Navios partindo em fausto: áureos. Numismaticidades. Estável para Portugual, instável para o Brasil. Como a vida, como os amores, como os humores, como as marés.

    Só não para os índios, antes dos portugueses, antes de nós, quando os Guaianás iam à Paraty atrás das suas praias consideradas medicinais. Para eles, Paraíso, até a chegada do europeu; para nós, Paratyso, em quatro FLIP dias.

    Em todos os outros dias, pelas ruas de Paraty pés de portuguesinhas vestidas em rodadas saias coloniais se abrasileirariam no constante resvalar do ir e vir sobre pedras abauladamente desiguais, artística e ordenadamente aplicadas sobre antigas ruas de areia, que se afundaram ao sabor de render-se a pesos e a passos. Cariocas hoje, nesses todos os outros dias.

    Mas, nos tais citados quatro FLIP dias, se caminhar em Paraty exige arte e equilíbrio, o conviver mundial ali não exige esforço algum. Somos, além do que somos, todos etólogos, etnólogos, ecólogos e por vezes, enólogos. Por que não? É nos barezinhos e restaurantes de drinques e refeições próximas dos manás divinos, nas calçadas com carroças e doces típicos em tabuleiros, nas praças de alimentos de consumo mais imediato, que anoitece ou amanhece a hora de os apreciadores de iguarias dividirem as suas impressões literárias e artísticas. Mas são artistas os cozinheiros, os bartenders, os graçons, como os músicos, os escritores, os editores, os escultores, os pintores, os literatos consumidores ou vendedores de literatura. Confraternizam em toda esquina, em cada mesa, em qualquer praça, homens e mulheres que se sentem em casa, porque todos têm uma única e real vontade: um mundo.

    Não só um mundo melhor, nem um mundo só mais pensado, mais rico, ou sem toda a maldade, ou com nem mesmo uma doença. Mas um mundo facilmente administrável porque se acabariam, ou controlariam-se, ânsias e ganâncias. O poder, que desaguaria em cargos drogas pragas pregos crucificações, finado.

    Paraty é, então, toda arte de respeitar o que vive e respira, tudo o que se pode conhecer e ensinar, toda vontade de expurgo, não dos perfeitos, mas dos lavados, autocorrigidos, apurados, ou em processo de… Não bastasse, tudo acontece em centro histórico lindamente preservado.

    Paraty, noventa e seis horas. Cidade em que houve, há, vontade. Vontade de quem fez, de quem faz, de quem lá está e parte, e, quando parte, já quer voltar. Paraty da deferência e querença, da escusa e absolvição, do sorriso de “que bom que estou aqui e você também”, da compreensão e constatação do “não há no Brasil, nas Américas, no Mundo apenas um ou dois de nós”. Que bom.

    Ainda que por curtos quatro, mas intensos, dias descortinaram-se palestras divertidas, risíveis, lúcidas (muito lúcidas) e interessantes. Dias em que se descobriram escritores, representando iranianos (o povo), judeus (o povo), americanos (o povo), indianos (o povo), brasileiros (o povo) e muitos outros (os povos), apesar das incontáveis diferenças, a querer apenas uma única e mesma coisa: “arte, porque a vida não basta” (Ferreira Gullar, 07/08/2010 – Paraty).

    Autora: Cecilia Ferreira, jornalista, membro da Academia Araçatubense de Letras, autora de (entre outros) Vinhos (poemas), editora, pós-graduada em Comunicação e Linguagem.

    Crônica publicada na Folha da Região (Araçatuba), dia 12/08/10

  • Neste ano, a Flipinha vai contar com trilha sonora especial. Luís Perequê, porta-voz da cultura caiçara, é o artista convidado da Flipinha. No show Tô Brincando, ele apresentará composições inéditas, além das mais conhecidas pelo público local.

    A programação da Flipinha é composta por diversas atividades como a Arte na Praça, as Apresentações das Escolas, a Ciranda de Bonecos e a Ciranda dos Autores.

    4 de agosto – quarta-feira

    8h às 8h30
    Maria Angula
    Teatro- Profa. Benedita Isabel – EM Pequenina Calixto

    8h30 às 9h
    Sonho de papel
    Musical
    Profas. Dalila Alcântara e Cláudia da Guarda – EM da Praia Grande

    9h às 9h30
    Casa Grande e Senzala
    Musical- Profa. Renata da Conceição- EM da Barra Grande

    9h30 às 10h30
    Imagens e palavras
    Ciranda dos Autores –
    Marcelo Xavier e Michelle Iacocca
    mediação  – Célia Flud

    10h30 às 11h
    Mediação de leitura

    11h às 11h30
    Resgatando Freyre através da arte
    Teatro- Profas. Renata Émily, Débora Merelles, Rosiris Barros e Elizabeth Stanisce

    Segregação, não!
    Musical- Profs. Márcio Marcelino, Luciene Pascoal, Lucilda de Souza e Ana Alcântara CIEP Dom Pedro

    11h30 às 12h
    Poema Brasileirinhos
    Teatro- Profas. Rosimere Noronha e Maria Marques – EM José Américo Lomeu Bastos (Angra dos Reis)

    13h às 13h30
    Mediação de leitura

    13h30 às 14h30
    Parlendas, textos e imagem
    Ciranda dos autores –
    Sandra Pina e Anielizabeth
    mediação – Marcelo Luís de Mattos

    14h30 às 15h
    Poetas ou profetas?
    Teatro- Prof. Eliezer Ribeiro
    As bruxinhas
    Teatro- Prof. Rita de Cássia Passos – EM Pequenina Calixto

    15h às 16h
    A ecologia na Literatura infantil e juvenil
    Ciranda dos autores –
    Lalau e Laurabeatriz
    mediação – Flora Salles

    16h às 16h30
    ABC cultural de Paraty

    Teatro- Profs. Flora Salles, Marcelo Mattos, Alaíde Fabricante, Miriam de Souza e Silene Coelho – EM Parque da Mangueira

    16h30 às 17h
    Conversa de armazém
    Teatro- Companhia Rosa Carmo Queiroz

    5 de agosto – quinta-feira

    (mais…)

  • Quarta-feira, 04 de Agosto

    19h – Abertura

    Casa-grande e Senzala: um livro perene
    Fernando Henrique Cardoso
    Debatedor: Luiz Felipe de Alencastro

    21h30 – Show de abertura

    Edu Lobo
    Renata Rosa
    Com Marcelo Jeneci e Quarteto de Cordas da Academia da Osesp
    Direção artística: Arthur Nestrovski

    Quinta-feira, 05 de Agosto

    10h – Mesa 1

    Ao correr da pena
    Bertthold Zilly
    Moacyr Scliar
    Ricardo Benzaquen
    Edson Nery da Fonseca
    Mediação: Ángel Gurría-Quintana

    12h – Mesa 2

    De frente pro crime
    Patrícia Melo
    Lionel Shriver

    15h – Mesa 3

    Fábulas Contemporâneas
    Reinaldo Moraes
    Ronaldo Coreia de Brito
    Beatriz Bracher
    Mediação: Cristiane Costa

    17h15 – Mesa 4

    Veias abertas
    Isabel Allende
    Mediação: Humberto Werneck

    19h30 – Mesa 5

    O livro: capítulo 1
    Peter Burke
    Robert Darnton
    Mediação: Lilia Schwarcz

    Sexta-feira, 06 de Agosto

    10h – Mesa 6

    O livro: capítulo 2
    Robert Darnton
    John Makinson
    Mediação: Cristiane Costa

    12h – Mesa 7

    Além da Casa-grande
    Alberto Costa e Silva
    Maria Lúcia Pallares-Burke
    Ângela Alonso
    Mediação: Lilia Schwarcz

    15h – Mesa 8

    Chá pós-colonial
    William Boyd
    Pauline Melville
    Mediação: Ángel Gurría-Quintana

    17h15 – Mesa 9

    Promessas de um velho mundo
    A.B. Yehoshua
    Azar Nafisi
    Mediação: Moacyr Scliar

    19h30 – Mesa 10

    Em nome do filho
    Salman Rushdie

    Sábado, 07 de Agosto

    10h – Mesa 11

    Andar com fé
    Terry Eagleton
    Mediação: Silio Boccanera

    12h – Mesa 12

    Albany, Nova York e outras aldeias
    Colum McCann
    William Kennedy
    Mediação: Ángel Gurría-Quintana

    15h – Leitura
    Alguma Poesia
    Chacal
    Antônio Cícero
    Ferreira Gullar
    Eucanaã Ferraz

    17h15 – Mesa 13

    Gullar, 80
    Ferreira Gullar
    Mediação: Samuel Titan Jr.

    19h30 – Mesa 14

    A origem do universo
    Robert Crumb
    Gilbert Shelton
    Mediação: Sergio Dávila

    21h45 – Filme

    José & Pilar

    Domingo, 08 de Agosto

    9h30 – Mesa Zé Kléber

    Paraty: passando o futuro a limpo
    Victor Zveibil
    Ana Carla Fonseca Reis
    Luís Perequê

    11h45 – Mesa 16

    Gilberto Freyre e o século 21
    José de Souza Martins
    Peter Burke
    Hermano Vianna

    14h30 – Mesa 17

    Cartas, diários e outras subversões
    Wendy Guerra
    Carola Saavedra
    Mediação: João Paulo Cuenca

    16h30 – Mesa 18

    Nacional, estrangeiro
    Benjamin Moser
    Berthold Zilly

    18h15 – Mesa 19

    Livro de cabeceira
    Convidados da Flip lêem trechos de seus livros prediletos

    Para saber a programação completa, resumos dos temas das mesas, localização das tendas etc, acesse www.paraty.com.br/flip

  • Já pensou em ficar hospedado numa linda pousada, fazer um passeio de jeep, fazer um circuito de arvorismo em plena mata atlântica, ganhar uma massagem relaxante, almoçar ou jantar em ótimos restaurantes, conhecer a cerveja artesanal de Paraty e ainda ganhar descontos em livros? Pois é… o site www.paraty.com.br promove o concurso Ganhe um Final de Semana Grátis em Paraty. Para participar é só se inscrever em: http://www.paraty.com.br/bd/promocao.asp.

    BOA SORTE!