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FLIP 2019 - Festa Literária Internacional de Paraty
Flip anuncia novo projeto de artes visuais Terra Nova
(06/07/2019)

Flip anuncia novo projeto de artes visuais Terra Nova

Desde 2003, a Flip — Festa Literária Internacional de Paraty acumula a experiência de integrar diferentes linguagens artísticas. Nesta 17ª edição, que acontece de 10 a 14 de julho, a Festa Literária consolida um módulo de artes visuais - Terra Nova - que se conecta com as questões que permeiam Paraty, seus moradores e visitantes, e que se propõe a desenhar novos percursos para a vivência na cidade.
 
Este primeiro ano do projeto, com curadoria de Fernanda Diamant, conta com uma instalação de Laura Vinci e uma performance do núcleo de arte da mundana companhia de teatro. Com direção artística de Mauro Munhoz, consultoria e relacionamento institucional de Mariana Dupas, apoio dos patronos fundadores, de colaboradores, de apoiadores e de instituições parceiras, o Terra Nova nasce com a mesma disposição da Flip em relação às cidades: integrar e ativar espaços públicos pelas artes.
 
No ar
A intervenção artística No ar, concebida por Laura Vinci, fortalece os vínculos da Festa Literária com a dinâmica da cidade. Instalada na ponte que dá o principal acesso do público ao Centro Histórico, uma nuvem de vapor estabelece uma reflexão sobre a transformação dos estados da natureza. Sua forma fluida propõe um jogo em que moradores e visitantes são estimulados a descobrir novas configurações na névoa.
 
A trajetória de Laura Vinci se mistura com teatro e literatura, além as artes plásticas. Nessas duas escolhas, uma individual e outra coletiva, o público da Flip vai experimentar atravessar esse vapor, essa neblina, no meio da cidade e também poderá assistir uma performance que encontra pontos de contato entre textos fundamentais da literatura brasileira e as formas plásticas”, afirma a curadora da 17ª Flip Fernanda Diamant.
 
Máquinas do mundo
Performance situada em uma zona de contágio entre as artes plásticas, a literatura e o teatro, Máquinas do mundo, do núcleo de arte da mundana companhia de teatro, explora as potencialidades estéticas contidas no contraponto entre o poema “A máquina do mundo”, de Carlos Drummond de Andrade; “O delírio”, sétimo capítulo de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis; e um capítulo de A paixão segundo G.H., de Clarice Lispector. A livre maquinação entre artes plásticas, literatura e teatro busca diminuir a distância entre narrativa e arte visual, entre a instalação e a ação de atores.
 
O núcleo de arte da mundana companhia de teatro é formado por Roberto Audio, Flora Belloti, Yghor Boy, Guilherme Calzavara, Beatriz Camelo, Diogo Costa, Alessandra Domingues, Wellington Duarte, Ivan Garro, Luah Guimarães, Flora Kountouriotis, Cesar Lopes, Renato Mangolin, Rafael Matede, Mariano Mattos Martins, Diego Moschkovich, Rogério Pinto, Joana Porto, Tarina Quelho, Roberta Schioppa, Marília Teixeira, José Miguel Wisnik e Laura Vinci.
 

O projeto Terra Nova conta com o Apoio da Casa do Parque, a Colaboração do Pinheiro Neto Advogados, da SP-Arte e da Galeria Nara Roesler, e com a Parceria do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) e Pinacoteca do Estado de São Paulo.

FONTE:flip.org.br

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