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PARATY TURISMO
E ECOLOGIA

FLIP 2017 - Festa Literária Internacional de Paraty

Programação FLIP Quinta-feira - 27/07/2017

  • 27/07/2017 - 10h - FLIP 2017
    Território Flip | Flipinha - Mesa Zé Kleber: Aldeia

    A convivência e a fruição do território que vêm de sabedorias ancestrais são os principais temas desse diálogo entre três pensadores líderes de suas comunidades - dois indígenas e uma quilombola - que têm cada vez mais ressonância em todo o país.
    Álvaro Tukano, Laura Maria dos Santos e Ivanilde Kerexu Pereira

  • 27/07/2017 - 12h - FLIP 2017
    Mesa 2: Arqueologia de um autor

    Entre a paixão e a minúcia, recupera-se a obra dispersa de um autor à margem e se define o lugar de Lima Barreto entre os clássicos e no cânone afro-brasileiro, nesta conversa que soma história e crítica literária.
    Beatriz Resende, Edimilson de Almeida Pereira e Felipe Botelho Corrêa

  • 27/07/2017 - 15h - FLIP 2017
    Mesa 3: Pontos de fuga

    [Fruto Estranho: Josely Vianna Baptista]
    Três premiadas vozes da novíssima literatura em língua portuguesa falam de suas influências, técnicas e experiências: como lidam com a tradição e a renovam, seus modelos e perspectivas.
    Carol Rodrigues, Djaimilia Pereira de Almeida e Natalia Borges Polesso

  • 27/07/2017 - 17h15 - FLIP 2017
    Mesa 4: Fuks & Fux

    A autoficção é um dos eixos deste diálogo, bem como as parcerias e rivalidades na história da literatura. Como pano de fundo, imigração, resistência, vanguarda francesa, matemática.
    Julián Fuks e Jacques Fux

  • 27/07/2017 - 19h15 - FLIP 2017
    Mesa 5: Odi et amo

    [Fruto Estranho: Grace Passô]
    A tradição greco-latina, seus mitos, poesia e narrativas, a Bíblia grega, a literatura e a cultura medieval: nesta conversa entre dois grandes tradutores do latim e do grego, tem-se uma breve história das ideias e dos sentimentos do Ocidente.
    Frederico Lourenço e Guilherme Gontijo

  • 27/07/2017 - 21h30 - FLIP 2017
    Mesa 6: Em nome da mãe

    Histórias de guerras e de sobrevivência, de invenções e reconstruções artísticas a partir do ponto de vista feminino, no encontro entre uma brasileira filha de uma sobrevivente de Auschwitz e de uma ruandesa tutsi que perdeu a família no genocídio e é influenciada pela literatura do holocausto.
    Noemi Jaffe e Scholastique Mukasonga

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