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PARATY TURISMO
E ECOLOGIA

(15/10/2010)

Casa da Cultura de Paraty

20/10: Grupo DançanteAto

A Casa da Cultura de Paraty, tem o prazer de convidá-los para assistirem a apresentação do Grupo DançanteAto de Vanda Mota do Silo Cultural no dia 20 de outubro de 2010 às 20:00hs.

Entrada Franca!!!  

 

CASA DE FARINHA

Release:

O espetáculo mostra a trajetória de duas irmãs que deixam seu ambiente familiar e se deparam com as diferenças culturais que vem e vão com a ocorrência do turismo na cidade. 

As novas características sociais com que se deparam criam um conflito entre elas.

Mas a tomada de consciência do próprio papel na vida faz com que os personagens revertam essa situação. 

O espetáculo Casa de Farinha fala das transformações inevitáveis que ocorrem na sociedade e de como se pode passar por isso sem perder o que nos é essencial: a dignidade.

 

Pesquisa cênica 

Criado e dirigido por Vanda Mota, o espetáculo é o resultado de uma vivência de dez anos produzindo cultura e trabalhando com a comunidade rural e urbana do município de Paraty.

Os movimentos são inspirados em danças populares da região e adaptados à necessidade narrativa do espetáculo.

Outros momentos são criações nascidas de um vocabulário cultivado em coreografias e montagens ao longo de sua carreira.

Na sua primeira montagem, feita em 2006, dentro de projeto patrocinado pela Eletronuclear, Vanda Mota contou com a colaboração de Carolina Raed na preparação corporal e Mariana Savioli na preparação teatral e montagem de cenas.

Nesse trabalho procurou abordar temas ligados à vida das adolescentes dos bairros populares da cidade de Paraty, já bem próximos dos vividos em qualquer metrópole, com o diferencial da ocorrência do turismo nessa região.

 

CASA DE FARINHA

Ficha Técnica:

Concepção, Coreografia e Direção: Vanda Mota

Preparação Corporal: Vanda Mota e Carolina Raed

Elenco: Carolina Raed, Mariana Savioli, Karla Simone, Dayma Rosa Cabral, Lara Albuquerque, Ana Paula da Silva, Ananda Lila Gonçalves

Fotógrafo: Geraldo Godoy

 

Vanda Mota

Release: Vanda Mota nasceu em Teresina, Piauí, onde iniciou seus estudos de dança clássica e contemporânea. Continuou sua formação em S. Paulo e em 1990 mudou-se para Paraty para trabalhar com o Grupo Contadores de Estórias. Após uma temporada em Nova York, trabalhando com diferentes grupos, retornou a Paraty em 1997. Desenvolveu trabalhos com a comunidade Campinho da Independência e montou a companhia Dançanteato. Em 2001, juntamente com Luís Perequê montou o Silo Cultural José Kleber aonde vem desenvolvendo seu trabalho.

Em 2002, estreou “Kún - o receptivo”.

Em 2004, dançou coreografia de Alberto Alvim no evento Morasséia que ela mesma produziu. O evento reuniu coreógrafos do Rio, São Paulo e de Minas.

Em 2005, apresentou a coreografia Anjo à toa na inauguração das novas instalações do Silo Cultural.

Em 2006, através de um convênio com a Eletronuclear, deu formação e montou o espetáculo Casa de Farinha com um grupo de jovens de Paraty.

 

A COMPANHIA DANÇANTEATO


Criada em 1998, é um prolongamento do trabalho de criação e atuação de Vanda Mota. Sediada no Silo Cultural José Kleber já contou com diferentes formações ao longo dos nove anos de existência. Sempre dirigida por Vanda Mota apresentou os seguintes trabalhos:

1998: Espetáculo Cosmogonia africana- Casa da Cultura de Paraty

2003: Espetáculo Kun, o receptivo- Silo Cultural José Kleber

2004: Coreografia Antes do Fim- I Festival Dança Paraty

2005: Coreografia Anjo à Toa- II Festival Dança Paraty

2006: Coreografias Brasilidades e Só Alma - III Festival Dança Paraty

Espetáculo Casa de Farinha 1- Silo Cultural José Kleber, Praça da Matriz

2007: Coreografias: Vida Caiçara, Vazio Cultural e Canoa- IV Festival Dança Paraty.

         Espetáculo Casa de Farinha 2- Casa da Cultura de Paraty

2008: Coreografias: Manacá e Fraterna - V Festival Dança Paraty

 

SILO CULTURAL JOSE KLEBER 

 

O Silo Cultural José Kleber, cujo nome homenageia o poeta, ator e compositor maior de Paraty, é efetivamente o reaproveitamento de um grande silo. Construído originalmente para estocar produtos agrícolas há mais de setenta anos, em uma fazenda mineira. É constituído de peças de madeira de lei originada de espécies hoje em extinção.

Esse galpão, fruto de uma doação, chegou desmontado de Minas Gerais. Sua reedificação foi resultado da iniciativa de Luís Perequê e Vanda Mota, idealizadores do projeto, contando com a colaboração de amigos e entidades, como o Instituto Elos, de Santos, SP. Alçado ao segundo andar, sobre um primeiro pavimento de alvenaria, essa estrutura compõe a unidade principal do conjunto, que conta ainda com a área das oficinas, a Casa de Farinha, a Casa Caiçara, o estúdio de áudio e o forno de cerâmica.

O espaço assim criado é adequado à educação de diferentes hábitos culturais, à valorização da cultura tradicional, à livre experimentação de possibilidades e linguagens artísticas e ao intercâmbio cultural.

 

Dimensões:

Área territorial: 2.000 m2

Silo (pav. Superior): 160m2

Pavimento inferior: 160 m2

Galpão: 80 m2

 

O Silo Cultural José Kleber, gerenciado pelo Instituto Silo Cultural, foi inaugurado em 2001 e iniciou suas atividades em 2002. É um centro direcionado à produção artístico-cultural, com atividades desenvolvidas nas áreas de dança, teatro, música e educação ambiental.

Os anos que se seguiram ao período inicial de construção traduzem-se em grande esforço diário para manter o funcionamento da estrutura, com o desenvolvimento de ações, atividades e eventos na área cultural, tanto no espaço do Silo como nas comunidades do município.

Dentre os obstáculos, havia a falta de equipamentos indispensáveis à realização eventos culturais e à organização administrativa. Foi formulado um guia, orientador das ações e estratégias: “De grão em grão a cultura enche o prato”. Esse projeto afirmou como objetivo geral viabilizar, através da cultura, fonte de trabalho e renda para grupos artísticos. 

Com o apoio da Eletronuclear, primeira instituição pública de peso a reconhecer os esforços do Instituto, em 2005 o Silo Cultural José Kleber adquiriu autonomia técnica para a realização de suas atividades, um significativo incremento na capacidade de realizar e servir à comunidade. Ajudando também a criar uma visão mais consciente sobre a importância da cultura em todos os seus aspectos e a incentivar à manutenção de profissionais que se dedicam a criar legítimos produtos culturais de qualidade.

“Mobilização do sentimento, da imaginação, da compreensão da nossa relação com o mundo, os outros e a natureza, prazer estético, reconhecimento social e econômico: esses são os benefícios da cultura e da arte a que temos pleno direito. A cultura é viva, porque multiplica os espaços e as chances de cada indivíduo. Oportunidades de voz, de comunicação e de vida. Cultura Viva.”   Gilberto Gil, Ministro da Cultura.

 

O Silo Cultural José Kleber oferece: 

Tardes Caiçaras - Atividade que recebe grupos para experimentar uma vivência da cultura caiçara, com visita á casa caiçara, fabricação de farinha, show com Luís Perequê, café caiçara, entre outras opções. 

Grupo de dança - Curso de formação para crianças, jovens e adultos com base em técnica clássica, contemporânea, dança criativa e consciência corporal.  

Casa de farinha. 

Casa Caiçara. 

Estúdio de áudio. 

 

São sócio-fundadores do Instituto:
Luís Perequê, compositor e cantor
Vanda Mota, bailarina e coreógrafa
Lúcio Cruz, artista plástico
Bettina Campagnani, bióloga
Olívia Gotteheiner, professora
Alfredo Ribeirinha, fotógrafo
Heloísa Seelaender, designer

 

Atenciosamente,


Márcia Dias
Secretária Executiva
Casa da Cultura de Paraty
Rua Dona Geralda, 177 - Centro
Tel.: (24) 3371-2325 - CEP: 23.970-000
faleconosco@casadaculturaparaty.org.br

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