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PARATY TURISMO E ECOLOGIA

(19/08/2013)

Paraty em Foco

Conheça os convidados de 2013
Alex Korolkovas
Alex Korolkovas viveu 11 anos na Califória, EUA, e foi assistente de Earl Miller, renomado fotógrafo da Revista Penthouse. Desde sua volta ao Brasil em 2002 fotografou campanhas para TVA, Playcenter, Harley Davidson, Suzuki, assina ensaios de moda para Reinaldo Lourenço, Glória Coelho, Cavalera, entre outros. Ficou entre os Top 10 fotógrafos de moda da Casa de Criadores e foi indicado ao
Prêmio Abril de Jornalismo, na categoria Ensaio Fotográfico pela revista VIP. Atualmente, colabora com revistas como Trip, VIP, INKED, Sexy, Sax, MIXMAG, Maxim, além de publicações internacionais como Stern.De, Nerve e DP Photographer.


Alexandre Belém
Alexandre Belém é recifense e reside em São Paulo desde 2010. Jornalista, fotógrafo e editor de imagens, é o criador do blog Olhavê e editor do blog Sobre Imagens. Em 2012, venceu o Prêmio Abril de Jornalismo na categoria Digitais/Blogs com o Sobre Imagens. Curador do Encontro Pensamento e Reflexão na Fotografia, São Paulo (2012 e 2013), do Ciclo de Ideias do Festival de Fotografia de
Tiradentes (2011, 2012 e 2013) e da Mostra São Paulo de Fotografia (2012 e 2013). Foi membro da comissão de nomeação do World Press Photo Multimidia Contest (2011) e juiz suplente do POY Latam (2013). Belém é autor do livro Olhavê Entrevista (2012) e diretor do Madalena Centro de Estudos da Imagem, em São Paulo.


Augusto Bartolomei
Mineiro da cidade de Jacutinga, Augusto é um fotógrafo que se dedica à culinária desde os primeiros sabores da infância. Formado em Imagem & Som pela Universidade Federal de São Carlos, foi nos laboratórios do CDCC-USP que Augusto revelou e ampliou seu primeiro projeto: Ouro Preto Livre do Tempo, uma exposição fotográfica inspirada em poesias de Carlos Drummond de Andrade, cujas imagens foram publicadas em 2000 na reedição do Guia de Ouro Preto, de Manuel Bandeira. Em São Paulo trabalhou como produtor gráfico, assistente de fotografia e retocador de imagens. Criou o Estúdio Bê - Fotografia Digital em 2002, na Vila Mariana. Lá se especializou em produção culinária e still. Para refinar ainda mais o seu trabalho, em 2011 estudou Culinária no curso livre da escola Wilma Kovesi. Aprecia o convívio e a troca em volta de uma boa mesa e acredita que esses momentos traduzem a verdadeira felicidade.


Bernardo Carvalho
Bernardo Carvalho é escritor e jornalista. É autor de Nove Noites, Mongólia e O Filho da Mãe, entre outros, todos publicados pela Companhia das Letras. Seus livros foram traduzidos para mais de 10 idiomas.


Breno Rotatori
Breno Rotatori , paulista de São Bernardo do Campo, atualmente trabalha com fotografia e vídeo explorando as linguagens audio-visuais. Em 2009 recebeu o Prêmio Porto Seguro de Fotografia na categoria Revelação e foi selecionado para a mostra Descubrimientos Photo España, realizada no CCSP, São Paulo, Brasil. No mesmo ano publicou o trabalho Manélud na edição Talent da revista do Fotografie Museum (FOAM), na Holanda e participou das coletivas El Paisaje, La Habitación, La Persona, no Centro Cultural de España, Nicarágua, Kaunas Photo - PT BR + Nights of Photography, Lithuania, e Incubadora, na Galeria Olido, São
Paulo, Brasil. Em 2011 teve sua primeira exposição individual, Habitar o tempo, no espaço FOAM em Amsterdam. Participou das coletivas Souvenir # Brasilien, Kunst im Kulturflur, Hildesheim, Alemanha e What’s Next?, Les Rencontres d’Arles, França, além de ser finalista do Prêmio Conrado Wessel no mesmo ano. Em 2012 integrou as exposições coletivas O Elogio da Vertigem: Coleção Itaú de Fotografia Brasileira, Maison Européenne de la Photographie, em Paris, França e no Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil; Documental Imaginário, Fotografia Contemporânea Brasileira, Oi Futuro Flamengo, Rio de Janeiro, e Centro Cultural São
Paulo, Brasil. Em 2013 realizou sua segunda exposição individual, Manélud, no Centro Cultural São Paulo.


Cassiano E. Machado
Cassiano Elek Machado é repórter especial do jornal Folha de S. Paulo. Estudou jornalismo na PUC-SP, ciências sociais na USP e cultura espanhola na Universidade Complutense de Madrid. Como jornalista, trabalhou por dez anos no caderno Ilustrada, da Folha, foi redator-chefe da revista Trip e editor e repórter da revista Piauí. Foi ainda diretor de programação da Festa Literária Internacional de Paraty - Flip e diretor editorial da Cosac Naify, entre 2008 e 2012.


CIA de Foto
Coletivo baseado em São Paulo, desenvolve trabalhos em várias direções, aproximando linguagens e questionando o espaço das imagens e seu entendimento. Colabora na organização de seminários, publicações e festivais de fotografia, a exemplo da cocuradoria da exposição Histórias de Mapas, Piratas e Tesouros, no Instituto Itaú Cultural (São Paulo, 2010). De participações em exposições coletivas, destacam-se Agora (Museu Berardo, Lisboa, 2012), Carnaval (Photoquai, Paris, 2011) e Geração 00 (Sesc Belenzinho, São Paulo, 2011). Realizou mostras individuais no New York Photo Festival (Nova York, 2011), na Galeria Vermelho (São Paulo,
2010), no Instituto Itaú Cultural (São Paulo, 2008), dentre outras.


Claudi Carreras
Curador e editor independente, assim como pesquisador de fotografia formado em Belas Artes pela Universidade de Barcelona, doutorando em Arte e Cultura de Mídias. Em 2007 publicou o libro Conversas com fotógrafos Mexicanos pela editora Gustavo Gili, de Barcelona. É autor da série Autorretrato de América Latina, publicada em 2006 e 2007 na revista do jornal La Vanguardia, de Barcelona.Carreras foi curador de diversas exposições: Cuba Mía, Front3era,Transnacionale(es) e Estaciones. Recentemente assinou a curadoria de Laberinto de miradas: um percurso pela fotografia documental em Ibero América, da Agência Espanhola de Cooperação Internacional e Desenvolvimento - AECID, e Casa América Catalunha, que viajou para 18 países latino-americanos e Espanha em 29 itinerâncias. Resiliência, exposição do Instituto Cervantes ganhadora do Prêmio do público El Mundo como melhor exposição da edição 2009 de PhotoEspaña, foi inaugurada em Madri, Chicago, Nova York, Nova Délhi, Roma, Istambul, Tetuán e Tange. Foi diretor do 1° Encontro de Coletivos Ibero-americanos realizado em São Paulo em 2008 e também é diretor do projeto E·CO do Ministério de Cultura de Espanha; projeto expositivo que gerou o primeiro Encontro de Coletivos Fotográficos de Europa e América Latina, que depois de itinerar por Espanha e Brasil em 2011, está viajando por várias cidades dos EUA, incluindo Washington, DC e Chicago.Recentemente foi curador de exposições da 8ª edição do Paraty em Foco - Festival Internacional de Fotografia (Rio de Janeiro). É assessor e curador doFórum Ibero-americano de Fotografia de São Paulo, que acontecerá em 2013. Também será curador para América Latina na próxima edição da bienal Photoquai (Musée du Quai Branly, Paris), em 2013, e curador/ editor do projetoLatinUs Photo Latino USA desenvolvido para Spain USA Foundation em colaboração com a National Portrait U.S. e Smithsonian Latino.Desde o começo de 2012 reside em Brasil coordenando e dirigindo novos projetos do Estúdio Madalena, São Paulo.


Claudio Edinger
Formado em Economia, Claudio Edinger é autor de 14 livros fotográficos e um romance. Começou a dar aulas de fotografia em 1979 na Parson’s School of Design e mais tarde no International Center of Photography (ICP), ambos em Nova York. Recebeu o Prêmio Leica duas vezes, o Prêmio Hasselblad, o Prêmio Higashikawa, o Prêmio Ernst Haas, Prêmio JP Morgan, Prêmio Pictures of The Year, Prêmio Abril, Prêmio Marc Ferrez e, por duas vezes, recebeu o Prêmio Porto Seguro no Brasil. Suas fotos estão nas coleções do MASP, MIS, MAM, MAC, Pinacoteca, Museu Metropolitano de Curitiba, Metronòn (Barcelona), Higashikawa (Japão), AT&T Photo Collection, Equity International Photo Collection, Brazil Golden Art Fund, Itaú Cultural, Centro Cultural Banco do Brasil e nas
maiores coleções particulares de fotografia do Brasil. É professor de História da Fotografia Contemporânea na Casa do
Saber.


Claudio Feijó

Claudio Feijó é pedagogo, psicoterapeuta e fotógrafo. Fundador da Escola de Fotografia Imagem-Ação desde 1972, tem vasta experiência na área de ensino (como professor, diretor, orientador educacional e colaborador). Foi consultor técnico da Polaroid do Brasil de 1989 à 1999. Tem seus trabalhos fotográficos incluídos na Polaroid World Collection, na Coleção Masp-Pirelli, na Fototeca Cubana, além de diversas coleções particulares. Ainda na área da fotografia, foi premiado pelo Banco Real/Fundação Roberto Marinho e com a Bolsa Marc Ferrez/Funarte. Tem coordenado a Oficina Descondicionamento do Olhar desde 1986 por todo o país, nas mais diversas áreas de atuação (corporativa, educacional e de criação).


Cristina De Middel
Cristina De Middel é fotógrafa espanhola residente em Londres. Vem trabalhando para diversos jornais espanhóis e com ONGs como Médicos Sem Fronteiras e Cruz Vermelha (Espanha) por mais de 8 anos. Cristina combina seus trabalhos estritamente documentais com projetos mais pessoais, que vêm sendo premiados e exibidos em diversos eventos, como PhotoFolio Arles 2012, Deutsche
Börse Prize e Infinty Award do ICP em Nova Iorque. O lado B do trabalho de Cristina questiona deliberadamente a linguagem e a veracidade da fotografia como documento, e joga com reconstruções e arquétipos que desvanecem a fronteira entre realidade e ficção.


Dario de Dominicis
O italiano Dario De Dominicis trabalha como profissional desde 1993, colaborando com algumas agências de fotojornalismo em Roma. Suas fotografias foram publicadas em vários jornais e revistas, como Europeo, Espresso, Panorama, El Pais, El Mundo, Newsweek, Sunday Time, Der Spiegel, Internazionale, Sette e Io Donna do Corriere della Sera, Carta Capital, Correio da Manhã. Em 1999 realiza uma reportagem sobre a vida dos seminaristas no Pontifício Seminário Romano Maior, publicada durante o Jubileu do 2000 pelo Vicariato de Roma. Em 2001 termina uma pesquisa fotográfica de quatro anos sobre a monarquia na Itália, distribuída pela agência Contrasto. De 2002 a 2009 foi professor de fotojornalismo no Instituto Estadual de Cinema e Televisão Roberto Rossellini, de Roma. Desde 2003 se dedica à projetos fotográficos pessoais, além de colaborações didáticas com escolas como Officine Fotografiche, onde ministra cursos de reportagem e fotografia documental. Em 2004 participa do comitê de organização do festival de fotografia FotoLeggendo, em Roma. Desde 1994 acompanha a complexa transformação de Cuba depois da queda do campo socialista na Europa. Este projeto dá origem ao livro Uma história cubana, publicado pela editora Postcart.


Eder Chiodetto
O paulistano Eder Chiodetto é mestre em Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Atuou como repórter-fotográfico de 1991 a 1995, como editor de 1995 a 2004) e crítico de fotografia de 1996 a 2010 no jornal Folha de S.Paulo. Hoje, reúne as funções de jornalista, professor, curador e pesquisador de fotografia. Como docente, ministrou entre 2005 e 2010 aulas na Universidade Metodista de São Paulo e na Faculdade de Fotografia do Senac-SP. Como curador independente realizou, desde 2004, mais de 60 exposições no Brasil e no exterior. Chiodetto é também o curador do Clube de Colecionadores de
Fotografia do MAM-SP desde 2006.É autor do livro O Lugar do Escritor e editor da coleção Fotoportátil (Cosac Naify). Em 2013 lança três novos livros: Geração 00: A Nova Fotografia Brasileira (Edições SESC); Curadoria em fotografia: da pesquisa à exposição (e-book, Prêmio Marc Ferrez/Funarte) e German Lorca (Cosac Naify).Em 2010 fundou o Ateliê Fotô, onde coordena grupos de
estudos e criação em fotografia, realiza leituras de portfólios, organiza exposições e edições de livros de fotografia. Chiodetto é constantemente convidado a ministrar palestras e fazer leituras de portfólio em eventos internacionais, tendo participado do Paris Photo, Photoespaña, World Photography Organization (Londres) e Fotográfica Bogotá. É consultor de importantes prêmios internacionais tais como Prix Pictet, Paul Huf Award, Master Class World Press Photo e Photoville/Fence.


Gui Mohallem
Mineiro de Itajubá, graduou-se em Cinema e Vídeo pela ECA/USP. No final de 2008 fez sua primeira exposição individual, Ensaio Para a Loucura, em Nova York. De volta a São Paulo, participou do Paraty em Foco 2009 e 2011, e de exposições nas galerias Olido, Babel, Baró Cruz e Emma Thomas. Em 2011 realizou duas exposições individuais em São Paulo, uma em Brasília e uma nos EUA. Foi convidado a participar do programa Descubrimientos do Photoespaña e ganhou o 2º lugar no prêmio Conrado Wessel. Em 2012, participou de um programa de residência artística de 6 semanas em Beirute, no Líbano. Mohallem é um dos selecionados, ao lado de nomes de todo o mundo, para a 18ª edição do festival Vídeo Brasil, que acontece entre novembro de 2013 e fevereiro de 2014. Os temas de maior interesse para Mohallem surgem a partir de uma vivência pessoal. Partindo de situações de excessão dentro de pequenas comunidades familiares, vem desenvolvendo pesquisas sobre o abandono e o pertencimento, numa experiência pautada por um conjunto de regras próprias àquele círculo de pessoas, seja num santuário pagão, numa sessão fotográfica à dois, ou numa
família no Líbano.


Guilherme Peters
Guilherme Peters possui um corpo de trabalhos que transitam entre vídeo, performance e instalação. Nascido em 1987 em São Paulo, começou a estudar artes em 2004 com aulas de pintura com a artista plástica Rachel Almeida Magalhães, e com o a artista plástico Dudi Maia Rosa. Em julho de 2010 se formou bacharel em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado, orientado pela artista plástica Dora Longo Bahia. Participou de exposições como Sob Constante ameaça, 17º Festival Internacional de Arte Contemporânea SESC_Videobrasil, À Sombra do Futuro, além de três edições da mostra de performance Verbo, realizada na Galeria
Vermelho. Participou de bienais como 8ª Bienal do Mercosul e 1ª Bienal de Montevideo.


John Lou Miles
O americano John Lou Miles começou sua trajetória na indústria publicitária em 2003, trabalhando com o diretor Irv Blitz. Esta experiência rende a John uma estética forte, de cores saturadas e composição cinematográfica. Suas maiores referências na fotografia são Willian Eggleston, Guy Bordin, Ed Ruscha, Ray Pettibon e Roy Lichtenstein. Além de trabalhos comerciais, John se dedica a ensaios pessoais, que já foram publicados diversas vezes pela Leica Fotografie International (LFI).


José Bautista
O catalão José Bautista é editor multimídia, músico visual e designer de som, fundador da KanseiSounds. Depois de graduar-se no Conservatorio de Música de Barcelona, passou a residir em Madrid, onde também estudou fotografia e atualmente desenvolve seus trabalhos. Bautista também viveu em Tóquio, Japão, onde trabalhou como compositor e arranjador para estúdios de gravação. Também trabalhou como assistente de áudio nos estúdios Euphonic Image Motion, onde passou a se interessar pelo mundo audiovisual, compondo músicas, editando vídeos e produzindo ambientes sonoros para fotógrafos e artistas japoneses. Fruto deste interesse audiovisual, José completou seus estudos sobre cinema documental na NYFA Documentary Film School, em Nova Iorque, EUA. Nos últimos anos se especializou na produção de audiovisuais e multmídias, editando, criando música e o design sonoro de
muitos fotógrafos a nível mundial, incluindo nomes como Georgi Pinkhassov e Carl de Keyzer (MAGNUM), Todd Hido, Ricardo Cases, Pep Bonet, Toshihiro Oshima, Stanley Greene, Guillaume Herbaut, Shen Wei, Yuri Kozyrev, entre outros. Também colabora para agências como NOOR, Contacto, Eyes in Progress e 10b Photography Zizola Studio. Seu trabalho audiovisual vem sendo publicado no New York Times, TIME Magazine (EUA), Le Monde (França), El País, El Mundo (Espanha), Rolling Stone (EUA), etc.
Suas produções têm recebido prêmios e menções como o 1° prêmio do World Press Photo Multimedia Contest pelo audiovisual Into the Shadows, LENS Culture Grand Prize Multimedia Award por Grozny, 9 Cities, 1° prêmio no VISA Pour L’Image 2010 pelo webdocumentário La Zone, o prêmio do júri jurado por Haiti, the earth that died screaming no Festival internacional de Curta-Metragens de Mut, Malhorca. Seus trabalhos audiovisualis para outros fotógrafos também vêm sendo exibidos nos principais festivais de fotografía do mundo, como o LOOK3 em Nova Iorque, PhotoEspaña, Festival de Arles e Visa Pour Le Image.


Juan Esteves
Juan Esteves é fotógrafo profissional desde 1985. Seus trabalhos foram adquiridos pelas principais coleções brasileiras públicas e privadas, como Museu de Arte de São Paulo, Museu de Arte Moderna, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Musée D’ Elisée (Suíça), Museu de Arte Brasileira da FAAP, Itaú Cultural, entre outros. Já expôs suas fotografias em cerca de 200 mostras individuais e coletivas, em países como Holanda, Alemanha, Estados Unidos, França e Japão. Tem imagens publicadas em diferentes países como Dinamarca, Inglaterra, Espanha, Itália, China, Japão, entre outros, em mais de 300 livros e revistas. É autor dos livros 55 Portraits (2000), São Paulo en Mouvement (2005), Presença-Presence (2006), Capital, São Paulo e seu patrimônio arquitetônico (2010) e Jardim Botânico de São Paulo (2012). Foi fotojornalista e editor de fotografia da Folha de S. Paulo onde escreveu para os cadernos Ilustrada e Informática. É articulista da revista Fotografe Melhor e colaborador de textos para editoras e revistas como Cosac
Naify, Revista Select e Santa Art Magazine. Foi premiado com Menção Honrosa no Premier Print Awards/Prints Industries of
America (EUA) e Prêmio Melhor Portrait, Melhor da Fotografia 2008-2009, Clix, Sixpix, Digipix e Fotosite.


Lourdes Grobet
A mexicana Lourdes Grobet estudou Artes Plásticas na Universidade Iberoamericana, no México, e Design e Fotografia no Cardiff College of Art e no Derby College for Higher Education, na Inglaterra. Recebeu 13 bolsas e prêmios, dentro dos quais se destacam o prêmio no concurso Emancipación e Identidad de América Latina 1492-1992, em Quito Ecuador, em 1992; o prêmio Juan Pablos Editores, no México, em 1988; o prêmio Libro Propositivo, no México, em 1984 e o Prêmio Bienal de Bellas Artes, no México, em 1982.Sua versatilidade a levou a realizar trabalhos para teatro, cinema e vídeo, Entre eles, se destacam: Grobet Witch Project, apresentado na Universidade de Alicante, na Espanha, Estrecho de Bering, apresentado no México e na França, e Lucha Libre, apresentado na TV francesa e BBC de Londres. Por sua formação acadêmica e pelo sentido crítico de sua época, as origens da obra de Grobet estão intimamente relacionadas com a pintura contemporânea. Foi aluna de artistas como Mathias Goeritz, Gilberto Aceves Navarro e Katy Horna, a quem considera suas pricipais referências, junto com o lutador El Santo, o Enmascarado de Plata.
Grande parte da obra fotográfica de Lourdes Grobet está marcada pela transgressão, o humor e a provocação. Em meio a paradoxos sempre busca uma posição de combate: observar quem não é escutado. “Eu não preciso entender por que faço fotos. Sempre tive claro o porquê de fazer um projeto”.


Luciano Candisani

O fotógrafo Luciano Candisani destaca-se pela produção de reportagens fotográficas na natureza para algumas importantes publicações mundiais, como a edição principal da National Geographic, pela qual já recebeu importantes prêmios internacionais. Com um estilo que mescla a informação jornalística com composições de elevado poder estético, Candisani tem sua obra desvinculada da tradicional tarefa do inventário da diversidade biológica ou paisagística, e trafega pelo campo da interpretação visual. A relação espécie-ambiente está no cerne de sua busca criativa, aparecendo fortemente ao longo de toda a sua obra. Candisani é autor de sete livros, entre eles Pantanal, na linha d’água, lançado em 2013 pela National Geographic. Suas imagens aparecem ainda expostas em mostras e galerias de arte no Brasil e exterior. Pela relevância de sua obra para a conservação ambiental, Candisani foi indicado em 2002 para membro permanente da International League of Conservation Photographers - ILCP.


Luiz Garrido
Luiz Garrido iniciou sua carreira como repórter fotográfico em 1968 em Paris, trabalhando na sucursal da revista Manchete. Estudou fotografia na Faculdade de Vincennes e na École Nationale de Photographie Française. Foi durante este período que Garrido teve a oportunidade de conhecer Jonh Lennon e Yoko Ono. Garrido começou a fotografar o casal e foi convidado por Yoko para acompanhá-los a Londres e Amsterdam em 1969. Foi ainda durante o período parisiense que o fotógrafo começou a se interessar por retratos, tendo clicado várias personalidades internacionais como Alfred Hitchcock, Gina Lollobrigida, Alain Delon, entre outros. De
volta ao Rio em 1971, dedicou-se a fotografia de moda e publicidade, tendo sido colaborador assíduo de revistas como: Vogue (Brasil e França), Interview, Cláudia Moda, Moda Brasil, Elle (Brasil, França e Itália), Playboy, Big (EUA), G.Q. (Inglaterra) e Photo (França).Em 1982, fundou a Agência e Estúdio Casa da Foto e passou a desenvolver projetos pessoais. Há vários anos Garrido vem
fotografando personalidades brasileiras das mais diversas áreas da sociedade. Hoje Garrido se dedica também à sua
coleção de retratos e é representado pela Galeria Tempo no Rio de Janeiro.


Mauricio Lissovsky

Historiador, roteirista de cinema e TV. Doutor em Comunicação, professor e pesquisador da Escola de Comunicação/UFRJ, onde leciona Teorias da Imagem e da Visualidade. Autor de vários ensaios e livros sobre teoria e história da fotografia, publicados no Brasil e no exterior, como A Máquina de Esperar: origem e estética da fotografia moderna (2008) e Refúgio do Olhar: o Brasil dos anos 1940 na fotografia de Kurt Klagsbrunn (com Márcia Mello, 2013).


Nan Goldin
Nan Goldin começou a fotografar com 15 anos e aos 19 já participava de sua primeira exposição de fotografias em preto e branco. Em 1978 se mudou para Nova Iorque, sempre documentando sua “extensão familiar”. Essas fotografias se transformaram no assunto de seu primeiro livro, The Ballad of Sexual Dependency. Por ter sido a primeira mulher a utilizar a fotografia para apresentar detalhes íntimos de sua vida pessoal como um trabalho público de arte, Goldin produziu um trabalho inovador, que serviu de inspiração a toda uma geração de artistas. Em 1985 seu trabalho foi incluído na Biennial of the Whitney Museum of American Art, em Nova Iorque, onde ganhou renome internacional. Participou de importantes colaborações artísticas, como os livros Vakat (1993) com o poeta Joachim Sartorious, Tokyo Love, com o fotógrafo japonês Nobuyoshi Araki, e A Double Life com David Armstrong (ambos publicados em 1994). Em 1996, foi exibido no Whitney Museum of American Art uma grande retrospectiva de seu trabalho, I’ll be Your Mirror”, que itinerou por museus na Europa. Em 2001 foi produzida sua segunda retrospectiva, Le Feu Follet, no Centre Georges Pompidou, em Paris, que itinerou pelo mundo sob o nome The Devil’s Playground. Seu filme Sisters Saints and Sibyls, exibido no Festival d’Automne em 2004, teve grande repercussão. Em uma combinação de imagem estática e imagem em movimento, o filme
conta a história de três mulheres presas numa hierarquia masculina. É uma homenagem à sua irmã Barbara, cuja rebelião e suicídio marcou profundamente a vida e o trabalho de Goldin. Em 2007, recebeu o Hassleblad Foundation International Award in Photography, que coincidiu com a publicação do livro The Beautiful Smile e uma exposição que itinerou internacionalmente. No mesmo ano, seu trabalho foi incluída na exposição coletiva Airs de Paris no Centre Georges Pompidou. Em 2009, Goldin foi a curadora convidada do
Recontres d’Arles Festival, que comemorava seu 40° aniversário. Convidou 12 fotógrafos para participar da mostra Ça me touche.
Seu trabalho mais recente, Scopophilia, foi criado especialmente para o Museu do Louvre e exibido no final de
2010.


Pangéia de dois
Pangéia de dois é um coletivo multimídia baseado em São Paulo, formado pela Rondonense Malu Teodoro e pelo paulista Vinicius Assencio. Nasceu em 2009 com a criação do blog pangeiadedois.wordpress.com, durante o tempo em que a dupla viveu no México. Hoje, em São Paulo, desenvolve seu trabalho artístico baseado em imagens contemporâneas, relações pessoais e sentimentos afetivos.


Pep Bonet
O espanhol Pep Bonet é um premiado fotógrafo que tem viajado ao redor do mundo capturando momentos que representem este mundo em que vivemos. Seus projetos de longo prazo se focam nas questões do continente africano, como o já conhecido Faith in Caos, um ensaio do resultado da guerra em Serra Leoa. Com um trabalho em andamento a nível mundial sobre a AIDS/HIV, Pep tem participado de diversas exposições e livros ao redor do mundo. Seus trabalhos mais recentes incluem uma extensa reportagem sobre a banda de rock Motorhead. Pep passou três anos, de 2008 a 2010, convivendo com a banda de Lemmy Kilmister, o legendário cantor do grupo, para produzir uma peça audiovisual a partir da turnê da banda. O trabalho de Pep tem sido reconhecido com muitos prêmios, como o World Press Photo Joop Swart Masterclass em 2002, com Faith in Chaos. Pep também ganhou o prêmio Kodak Young Photographer of the Year em 2003 no festival Visa pour l`image. Foi nomeado o melhor fotógrafo de imprensa pela Fundação Luchetta em Trieste, Itália, em 2004. Recebeu o prêmio W. Eugene Smith Humanistic Grant in Photography em 2005 e em 2007 ganhou o segundo lugar da categoria esporte do World Press Photo Award com seu trabalho sobre um time de futebol de deficientes físicos em Serra Leoa. Em 2009 Pep foi premiado pelo trabalho Forced Identity, retratando a vida de transexuais em Honduras. Em 2013 Pep ganhou o 1° lugar da categoria short do World Press Photo Multimedia.Sua lista de publicações inclue Quadern de Bitacola e POSITHIV+ (2005), Photobolsillo, 17 milagroso, One Goal e Somalia: The Invisible Trace (2007), 217A a Noor book (2008), Remarkable South Africans (2009), Generacion Perdida (2010), Watching in Silence (2011). Pep atualmente trabalha em seus projetos pessoais, incluindo vídeo e encargos de clientes e ONGs, além de ministrar cursos e workshops.


Ricardo Hantzschel / Cidade Invertida
Jornalista formado pela PUC São Paulo e pós graduado em Fotografia e Mídia pelo Centro Universitário Senac, Ricardo Hantzschel é fotógrafo profissional há vinte e cinco anos e professor do curso superior da faculdade de fotografia do Senac desde 2000. Em 2003 venceu o prêmio Porto Seguro de Fotografia São Paulo 450 anos com um trabalho que integra também o acervo do Museu de Arte Moderna-SP. Concebeu e coordena o projeto educacional em linguagem visual Cidade Invertida, com atuação em entidades da periferia, escolas, faculdades, instituições públicas e privadas e eventos fotográficos.

Cidade Invertida
Grupo formado por fotógrafos, educadores e artistas que elabora projetos culturais relacionados à fotografia. Para o
desenvolvimento de suas atividades conta com um trailer que opera como laboratório fotográfico e câmera obscura, imprimindo ao projeto um caráter itinerante, onde pessoas de todas as idades participam de ações de formação cultural desenvolvendo seu olhar fotográfico. Com cerca de 15.000 Km percorridos desde 2006, o projeto recebeu prêmios e incentivos estaduais (PAC/Proac) e federais (Lei Rouanet) que lhe possibilitaram expandir suas pesquisas e áreas de atuação incluindo parcerias com a Virada Cultural, Virada Estadual, Projeto de Olho nos Mananciais, Programa Educativo do MAM-SP, Programa Net Comunidade, Bacharelado em
Fotografia do Senac, Programa Clic Foto do Sesc Consolação, entre outro


Stephen Ferry
Um dos grandes fotojornalistas contemporâneos, tem em seu currículo prêmios como POYi Latinoamérica. Atualmente ministra aulas no International Center of Photography - ICP (New York, USA) e na Fundación para un Nuevo Periodismo Iberoamericano - FNPI (Cartagena, Colômbia).


Walter Firmo
Walter Firmo começou a trabalhar como fotógrafo em 1956 no jornal Última Hora. Quatro anos depois, passou a integrar a equipe do Jornal do Brasil. Em 1963 ganhou o Prêmio Esso de Reportagem, e no ano seguinte foi convidado para integrar o staff da revista Realidade. Ganha o prêmio Nikon em 1974 e outra vez dez anos depois. Passa a trabalhar na sucursal da Revista Veja no Rio de Janeiro e depois na sucursal da IstoÉ na mesma cidade. Publicou os livros Paris parada sob imagens (Funarte), Firmo (Bem-te-vi) e Brasil, imagens da terra e do povo (Imprensa Oficial de São Paulo). Foi diretor do Instituto Nacional de Fotografia da Funarte e ganhou os prêmios Estácio de Sá (1987) e Ordem do Mérito Cultural (2004).


FONTE:www.paratyemfoco.com

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